Passo 1 -- Escolha seu canal de acesso
BDR na B3: IVVB11 (rastreia SPY), QQQB34 (rastreia QQQ), ETHE34 (rastreia IBIT). Vantagem: custódia local, IR + come-cotas, acesso fácil. Desvantagem: tracking error (diferença entre BDR e ETF original), spread. Corretora global (Avenue, Novadaq, etc.): acesso direto a SPY, QQQ, etc.; sem BDR. Vantagem: sem intermediário. Desvantagem: IOF, IR, FX, custódia no exterior.
Passo 2 -- Análise econômica (framework Cognitor)
Índice, TER (do ETF original), liquidez, concentração, sensibilidades macro. Se você opera via BDR: compare TER original + custódia BDR + spread com custo total de corretora global. Se via global: considere IOF (0,38% + IR), FX intraday. Cognitor analisa o ETF original (SPY); você vê qual canal traz o melhor custo/risco.
Passo 3 -- Estresse multilente (Painel + SENIOR + PRIME)
Cognitor avalia SPY todo tipo de forma: HELIOS (juros), NEXUS (ciclo), ARGOS (geopolítica), VEGA (emergentes/FX), ATHENA (fundamentos), PSYCHE (posicionamento). Seus relatórios saem toda sexta-feira -- a análise da fonte fica clara. Você aplica ao BDR que você escolheu ou ao ETF direto.
Passo 4 -- Invalidações em duas colunas
Coluna 1: tese (o que derruba sua análise econômica?). Coluna 2: restrição operacional (cambial, custódia, tributação -- o que muda seu custo-benefício?). Exemplo: "SPY fica atrativo (fundamentos), mas se IOF subir ou spread BDR fechar, reavaliamos canal."
Passo 5 -- Escolha seu hub regional
Cognitor tem hubs para Brasil (/pt/), México (/es/), Colômbia (/es/) e Espanha (/es/). Cada um tem documentação tributária e operacional local -- não apenas tradução do inglês.